quarta-feira, 19 de março de 2014

Forever 21 no Brasil

Quem costuma viajar para os EUA conhece a marca e loja Forever 21, uma rede de fast fashion muito antenada e com preços que valem muito a pena.

Com o crescimento do poder aquisitivo e explosão de consumo no Brasil, a marca resolveu abrir lojas por aqui, como já fizeram Zara, GAP, Topshop e como farão muitas outras.

A primeira loja foi inaugurada sábado, dia 15/03, no Shopping Morumbi, em Sampa, of course!!! e com muita fila, brindes para as 500 primeiras clientes, garrafas de água e cachorro quente para saciar a galera que resolveu esperar na fila.

Nem precisa dizer que só no primeiro fim de semana da loja aberta a expectativa de clientes foi atingida com longa folga.

Particularmente acho um absurdo esse consumismo desenfreado e essa loucura de gente formando filas imensas, mas tem gosto para tudo.

Enfim a marca chega arrasando nos preços, muito semelhantes aos praticados nos EUA, que tanto despertam o interesse das consumidoras, diferentemente das concorrentes Zara, GAP e Topshop, que aqui em terras de custo Brasil, aplicaram preços nada atraentes.

Conforme divulgação da marca, o preço mínimo praticado na loja é de R$ 8,90 uma blusinha a no máximo R$ 200,00 um vestido.

A expectativa da Forever 21 é abrir mais 6 lojas até o ano de 2015, ou seja, daqui a pouco. A próxima será inaugurada no Rio de Janeiro, no Village Mall e terá as coleções femininas e masculinas.

Na loja do Shopping Morumbi há apenas a coleção feminina outono inverno, igual a que se encontra nas prateleiras das filiais norte-americanas. 

Bom, a brasileira PICMB* não vai ser cliente Forever 21 no Brasil, já que os preços não vão garantir a exclusividade desejada e muito menos mostrar o status "comprado em Miami", mas para as demais consumidoras é uma excelente alternativa, que vai balançar o mercado fast fashion nacional, provando que concorrência é sempre saudável.

Dependendo da receptividade e vendas no mercado nacional, a ideia da marca é usar produção local, deixando de importar 100% dos seus produtos, passando a nacionalizar sua produção, incrementando também o mercado de trabalho brasileiro, mas vamos ficar atentas para que não se utilizem de mão de obra "escrava" como já fazem grandes marcas.

* PICMB: perfeito idiota classe média brasileira
* Foto: Lu Prezia/Sal

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