terça-feira, 14 de maio de 2013

Música

A música encanta, traz alegria, compartilha momentos de tristeza, expressa o comportamento cultural de um grupo, enfim, já diz o velho dito popular, quem canta, seus males espanta.

Minha avó paterna gostava muito de música, tocava violino e vivia cantarolando pela casa, era uma mulher que tinha uma alegria contagiante, se era por conta da música, isso já não sei, mas tenho essa referência musical dela. 

Para meu desgosto, não tenho o menor dom musical, sou incapaz de saber se o instrumento está afinado ou desafinado, se o cantor canta bem ou não, o máximo que consigo é perceber que tem alguma coisa doendo em meus ouvidos.

Fazer o que, tenho plena consciência de não ter como herança genética os dons e talentos familiares, bem como as características físicas desejáveis, mas acreditem, toquei muita campainha dos vizinhos da minha avó, era o máximo do meu talento de tocar!!!

Independente disso, a música ocupa lugar de prestígio em minha vida, lógico que gosto musical é sempre aquela coisa, cada um tem o seu e não se discute.

Vejo nas redes sociais movimentos pela inclusão de música no ensino fundamental, me recordo que quando criança tinha aulas de música, foi por pouco tempo, vai ver foi por isso que não consegui desenvolver meus dotes musicais...

A educação nacional padece de tantos problemas e falhas que nem sei se é oportuno reivindicar a inclusão de música no currículo escolar, mas não deixa de ser uma excelente ideia.

Como gosto de heavy metal, achei bastante interessante a notícia de que na Inglaterra a faculdade NCM de Nottingham criou o curso de heavy metal para formar instrumentistas, compositores e professores de música.



A primeira turma começará em setembro, o curso tem duração de 2 anos e os estudantes que completarem esse período de aprendizado poderão, automaticamente, ingressar no último ano do curso de música da Universidade de Nottingham Trent, obtendo, assim, um diploma universitário reconhecido.

Isso está a anos luz da realidade educacional brasileira, mas confesso que é inspirador.

* Foto: BBC

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