segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Brinquedinho Caro


Na tentativa de driblar os problemas de mobilidade urbana as pessoas cada vez mais aderem a foram alternativas de transporte pessoal.
É crescente a quantidade de pessoas que adotam bicicletas e bicicletas elétricas para pequenos percursos.
Muitas cidades também estão oferecendo bicicletas grátis ou para locação por preços bacanas para estimular o uso do veículo como forma de transporte.
Tenho um amigo que comprou sua bike elétrica e sai com ela para encontrar os amigos, ir a happy hours e coisas do tipo, muito prático, econômico e sem problemas com a Lei Seca, além de ser saudável.
Infelizmente essa alternativa das magrelas não se encaixam na minha vida, não porque não curta sair pedalando por aí, mas moro longe de tudo e de todos, inviabilizando o uso das bikes.
Já pensei muito em comprar uma scooter para me locomover nos percursos mais curtos, mas fico sempre pensando se de fato vou fazer uso da minha aquisição, afinal de contas é uma moto e custa caro.
Dias atrás descobri um projeto de um grupo húngaro, Antro, sugestivo o nome, que estuda projetos de transporte com zero de emissão de poluentes. Eles desenvolveram uma scooter muito simpática, que transforma em uma mala de 25kg.

Uma boa solução para os problemas de mobilidade urbana que o mundo vive há algum tempo. A scooter chama-se Moveo, é elétrica, com reduzida autonomia de 35 km, alcançando uma velocidade máxima de 45 km/h e possui um sistema de baterias recarregáveis em tomadas elétricas.

Nada mal para um começo de projetos criativos e inteligentes, mas ainda a engenhoca, ops, a Moveo não é produzida, é apenas um projeto com um protótipo que está pousando para uma campanha de divulgação, na tentativa de atrair investidores dispostos a entrarem na parceria de sua produção em série. 

A Moveo é bonita, charmosa, estilosa, prática, transforma-se com facilidade em uma mala de 25 kg que pode ser carregada, ou melhor, puxada com facilidade e guardada ao lado da sua mesa no escritório, ainda podendo usar a energia de lá para recarrega-la.

Pena que será um brinquedinho caro, mas quem sabe os brasileiros não se animam e investem em projetos semelhantes a serem desenvolvidos em terras tupininquins.




* Foto: Antro

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