quarta-feira, 6 de junho de 2012

Bam, Bam, Bam, Bambolê...

Não sei se virou uma febre, um hit ou algo do tipo, mas não é que resgataram dos anos 70 o bambolê. É isso mesmo, se você é dos anos 70 deve bem se lembrar da febre que tomou conta das meninas, o bambolê colorido.

Diz a lenda que o bambolê foi criado nos EUA em 1958 por Arthur Melin e Richerd Knerr, que não criaram nada, mas tiveram a brilhante ideia de transformar em brinquedo os aros de bambu que viram na Austrália sendo usados por estudantes de ginástica.

Não há dúvidas de que os norte americanos são bons em marketing, daí para o brinquedo tornar-se febre não demorou muito.

Tantos anos depois a moda volta, o brinquedo voltou com roupagem de instrumento de ginástica, outra coisa tão em moda nesse mundo em busca do corpo perfeito, mas mantendo sua pegada de diversão e inclusão, já que qualquer um pode praticar.

Como as definições e nomes agora são todos em inglês, aí vai mais um, hooping é arte de praticar com bambolê e hooper é pessoa que gira bambolê na cintura ou como costumamos dizer em terras tupiniquins, vamos bambolear.

Há aulas específicas para uso do bambolê, inclusive em São Paulo há academias voltadas unicamente ao uso e prática do instrumento, então não estranhe quando ver algo como “venha praticar hooping” com a gente.

O brinquedo evoluiu e ganhou tamanhos diferentes, material diferente, inclusive com a distribuição de peso na peça, proporcionando uma vantagem imensa em quem o utiliza.

É um exercício divertido, que movimenta mais do que o corpo a mente e desenvolve a criatividade, então é muito mais do que um exercício cardiovascular, trabalha com os músculos abdominais, ajuda no alcance do equilíbrio e concentração e ainda dizem que estimulam músculos que não são usualmente atingidos em exercícios físicos de um modo geral.

Nossa, é um verdadeiro salvador da pátria!!! Brincadeiras a parte, acho sim que pode ser uma ótima diversão e atividade física, não depende de ninguém além de você, não é preciso ir a uma academia, você pode praticar em qualquer lugar com relativo espaço.

Não tenho certeza se isso voltou a ser febre novamente, mas fui em algumas lojas em busca de um bambolê, seja com peso ou sem e não tem disponibilidade, se não virou ainda, vai virar loguinho, então tenho que achar o meu rapidinho.

Uma curiosidade, não é incomum ouvirmos alguém se referir a uma pessoa como “bambambã” querendo dizer que ela é muito boa naquilo que faz, ou que conhece muito de uma assunto, enfim, é sinônimo de alguém com muito conhecimento em uma determinada área. Agora ficou fácil entender, porque vamos combinar que manejar o bambolê na cintura com desenvoltura, velocidade, controle e leveza não é para qualquer um!!!

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