terça-feira, 26 de julho de 2011

Mini Cooper: Taste Me

Maria Gasolina é duro!!! Apelido de infância, já que ao entrar no carro e rodar parava de chorar e ao chegar em casa começava de novo, é ...chorei muito na infância, deixei minha mãe e meus avós loucos, mas parei aos 3 anos, a paixão por carros continuou.

Se você me falar “passei de carro por você e nem me viu...” não se assuste, sou assim mesmo, se você estiver em um carro, digamos assim... normal, não vou ver nem o carro e muito menos você, mas se passar em um carro, digamos assim...diferente, vou ver o carro e continuar não te vendo.

Fazer o quê? Gosto de carros, quem gosta de gente é cachorro, os meus por exemplo, adoram gente, mas não gostam de outros cachorros, vai entender.

Voltando, carro é uma paixão, quem gosta faz loucuras por eles, aquelas coisas do tipo andar centenas de quilômetros para ir a uma exposição, guardar cada centavo para comprar o modelo dos seus sonhos e assim vai.

Não nasci de carro, mas bem que podia...enfim, acompanho os lançamentos, mantenho-me informada sobre os modelos que mais estão agradando o público, tenho minhas marcas e modelos preferidos e também faço maluquices por eles.

Dia desses fui até Sampa conhecer o Mini Cooper, valeu a pena, o carro é realmente uma beleza, só a loja já é um show a parte, nada do padrão de concessionária que estamos acostumados.

Tem Mini para quase todos os bolsos, já que o modelo de entrada é o Mini One e tem o preço de R$ 70 mil. Ele é lindo como os demais, não deixa a desejar no acabamento e ainda pode-se usar toda a linha de acessórios para customizá-lo, o preço aumenta, mas a satisfação também.
Um Mini não se testa, não se faz test drive, mas sim taste me, amei o slogan, realmente é um sabor incrível dirigir o carrinho.

Experimentei duas versões, o Mini One, que tem 98 HP, câmbio manual de 6 marchas e responde bem, um carro a se pensar em saborear, não é o que se chama de classe econômica da linha, é apenas o mais barato.

O Mini S com 175 HP não é de se pensar, é de se amar...o carro é magnífico, tanto no acabamento, quanto no motor, no câmbio automático de 6 marchas e de quebra comandos no volante, nos acessórios com inúmeras possibilidades de customização, só o preço é que não agrada muito, R$ 130 mil.

Os Minis têm uma característica interessante, não importa quantos HP tenham, o motor sempre é 1.6, mas nem por isso é fraco, como podem pensar os menos avisados.

O que mais me chama atenção na marca é o designer retrô, com seu charme e encantos tecnológicos, um carro para chamar de seu, quer dizer, de meu!!!!

Depois de pilotar o Mini S me senti meio tristinha, não quis experimentar o Mini Chilli para não perder o encanto, mas também não pensei em encarar o Mini John Cooper Works, aí já seria demais para o meu pobre coração.

Visitei a Catalbiano Mini Cooper, da Eusébio Matoso, excelente atendimento, equipe simpática e preparada, a vendedora Sabrina é linda e muito atenciosa, o vendedor Wagner também nos atendeu muito bem na linha de semi novos, mas o show man é o Gilson, o cara do taste me, fazer o percurso com ele é realmente a diferença, pisar no acelerador sem dó e com emoção, isso sim não tem preço.



Lógico que ir até Sampa para ver o Mini foi ótimo, mas já estava lá mesmo, então fomos curtir as delícias da cidade, um bom almoço no Folha de Uva e a exposição de fotos da família real brasileira "Retratos do Império e do Exílio"  no Instituto Moreira Salles, pronto, programação completa para um sábado.

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