quinta-feira, 28 de julho de 2011

Abertura dos Portos às Nações Amigas

Eu sou da geração dos caras pintadas, saí nas ruas nas manifestações pelo Impeachment do Collor, foi uma loucura, mas dia desses estava pensando cá com meus botões e me bateu um peso enorme na consciência.

Calma, eu explico: cada vez que posso comprar nos supermercados produtos importados me lembro que devemos a ele, cada vez que vejo os lançamentos de carros de montadoras que até os anos 90 não podiam nem chegar perto do Brasil lembro dele, acho que podemos dizer que foi ele quem efetivamente abriu os portos às nações amigas !

Outro dia falando dessa minha tese ouvi que isso é fruto do mundo globalizado. Discordo, vivemos sim em um mundo globalizado, mas em Cuba a globalizações é uma teoria.

Não é apenas uma questão de globalização, mas de postura política e econômica, não sou especialista no assunto, mas sou cidadã, consumidora e observadora.

Então cada vez que como meu queijinho camembert francês me lembro o quanto é importante a abertura do comércio exterior, agora em tempos de dólar derretendo é mais gostoso ainda.

Pena que essa abertura do comércio exterior provoque efeitos tão contraditórios, porque pode proporcionar a alegria do consumidor, mas também pode proporcionar a desgraça de muitas indústrias nacionais, que não conseguem competitividade frente ao produto importado, mas essa é uma outra história.

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