quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mundo Corporativo: O "Ser Problema"

Não sei exatamente o que acontece comigo, mas o mundo corporativo me intriga.

Não são raras as vezes que me pego pensando por que as pessoas agem assim ou assado no seu ambiente de trabalho, não faz muito tempo que trouxe aqui uma série de artigos sobre o mundo corporativo, foi record de visitação, o que me leva a crer que esse assunto não intriga apenas a mim.

Desisti de entender o comportamento feminino no mundo corporativo, tudo bem que é muita pretensão querer entender o comportamento feminino em qualquer esfera, mas vamos ao que interessa, estou me referindo à vestimenta feminina.

Concluo que a mulherada não está nem aí para como se vestir no ambiente de trabalho porque os gestores não estão nem aí para esse assunto, principalmente se a diversão com o visual está garantida e dá até uma mexidinha no colega lá de baixo.

Então, assunto superado, mas e os colegas que não se contentam em administrar a própria carreira e tarefas, mas ficam se intrometendo na dos outros.

Essa é, na minha modesta opinião, a pior das espécies de profissionais. São geralmente pessoas com problemas de auto estima baixa, inseguros, ansiosos e narcisistas, por isso buscam na pessoa do outro aquilo que não encontram em si mesmos.

Tudo bem, explicação até faz sentido, mas o que eu tenho a ver com a auto estima baixa dele, se é inseguro e ansioso e, o fim da picada, narcisista? Pois é, não tenho nada a ver com isso.

Esse “ser problema” não se contenta com os próprios problemas e fica criando confusão, intrigas, fofocas e tudo o mais para os outros, mas é curioso porque a criatura escolhe algumas pessoas a dedo, que normalmente são as pessoas que possuem características completamente diferentes das dela, é como se fosse uma busca pelo inatingível.

Fico aqui pensando que o “ser” deveria ir buscar tratamento médico ao invés de gastar tanto tempo e energia cuidando da minha vida.

Minha sogra tem toda razão quando diz que vai cuidar da saúde porque da vida dela já tem muita gente cuidando.

Por outro lado, essas criaturas encontram espaço para permanecer e crescer dentro de muitas empresas, sintomático isso...

Imagino que aquela velha máxima se aplica ao caso, cada um tem o que merece, se a empresa prestigia a criatura é porque a merece e vice e versa, então concordo com Max Gehringer, em uma empresa séria pessoas sérias, competentes, íntegras, que usam as regras de marketing pessoal receberão a atenção e apoio dos superiores, mas em uma empresa medíocre essa mesma pessoa séria, competente, etc pode ser vista como ameaça aos funcionários com baixa auto estima, inseguros, ansiosos e narcisistas e aí não tem jeito...você não vai mudar a cultura da empresa, então mude de empresa!

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