quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Úteis e Fúteis: Viva o Aniversário do Champagne

Hoje comemoramos a data da invenção do champagne pelo monge beneditino Dom Pérignon, foi no ano de 1693, mas essa invenção maravilhosa foi meio por acaso, muito embora a natureza tenha contribuido generosamente.



Por força do subsolo calcário e do clima, os vinhos em processo de envelhecimento sofrem uma segunda fermentação, caracterizada pelo aparecimento das sedutoras borbulhas, que são o que exatamente definem os espumantes. Todavia, as borbulhas eram indesejadas e os produtores faziam de tudo para evitar esse "acidente'' da natureza, mas nem sempre conseguiam.



O monge Dom Pérignon teve a brilhante ideia de aproveitar a ação da natureza na fermentação dos vinhos produzidos com as uvas das regiões de subsolo calcário, criando o champagnhe.



Ele era uma pessoa boa de marketing pessoal já naquela época, mantinha um bom relacionamento com a nobreza, se aproveitou disso e enviou aos nobres amigos, como o administrador da cidade, uma amostra do que chamou de "melhor vinho do mundo", o que lhe rendeu o título de inventor da bebida.





Dom Pérignon associou à ação da natureza o seu conhecimento, misturando os três tipos de uva que compõem o espumante, a saber as vermelhas pinot noir e pinot meunier e a branca chardonnay, além disso ele teve mais uma brilhante ideia, resolveu tampar as garrafas com rolhas de cortiça para que a bebida não perdesse o gás e finalizou com a criação da taça flute. Daí a um brinde foi um pulo!



O método champenoise, processo de fermentação dupla que garante a característica borbulhante do champagne, também é atribuído a ele. Lógico que aqui temos apenas uma pincelada da história da melhor bebida do mundo, mas ela sofreu muitas alterações até chegar ao padrão que conhecemos hoje e tanto apreciamos.



No passado a quantidade de açúcar presente em uma garrafa de champagne era infinitamente maior do que a que apreciamos ao abrirmos uma garrafa do vinho borbulhante atualmente.



Recentemente foi encontrado um carregamento intacto da bebida no fundo do mar Báltico num casco de embarcação naufragada . Suspeita-se que sejam da marca Veuve Cliquot e que era um carregamento enviado de Luis XVI para a Rússia como presente à Imperatriz Catarina, a Grande. Especialistas acreditam que a bebida encontrada no fundo do mar foi produzida em 1780. Ual!!!!

Vamos brindar a mais este aniversário!

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