segunda-feira, 17 de maio de 2010

Economia: Como Estamos nos Comportando Ultimamente?

Começamos a verificar alguns sinais positivos na economia brasileira e mais responsabilidade no nível de endividamento das pessoas físicas, fato que se não for bem administrado , pode nos levar a colapsos como o ocorrido nos Estados Unidos em 2008, conhecido como a bolha do mercado imobiliário, que afetam países e comprometem a liquidez sistêmica mundial.
Registramos uma queda de 5,2% na inadimplência dos consumidores no ano de 2010, quando comparado ao mesmo período de 2009. Desde 2000 não vemos uma queda tão acentuada para este período , segundo informações divulgadas pela Serasa Experian. As bases desta redução são apontadas como sendo reflexos do forte crescimento econômico verificado no Brasil resultando em melhora do nível de emprego e renda, normalização da oferta de crédito e maior flexibilização e renegociações de dívidas.
Voltaremos a esta análise nos próximos meses, onde são esperadas elevações das taxas de juros ( Selic) , para verificar se esta tendência de queda se sustenta.
Os fatores que mais influenciam na aferição deste índice de inadimplência são : dívidas com bancos ( 49,50%), pendências co cartões de crédito ( 32,00%) e emissão de cheques sem fundos ( 16,40%). Crédito para pessoas físicas representam 31,10% do total da carteira de crédito ativa no país e foi expandida em 55,50% nos últimos 12 meses.
Sinais positivos também para a carteira de crédito concedido para empresas, que teve um acréscimo de 25,80% nos últimos 12 meses, liderados principalmente por operações de capital de giro, que fazem a economia girar e melhorar o nível de emprego da popilação. A inadimplência neste segmento, considerando-se atrasos superiores a 90 dias, ficou estável em 3,10% no primeiro trimestre de 2010.
Segundo pesquisa da Febraban divulgada no início de maio, os bancos estimam que teremos uma forte expansão econômica em 2010 e por este motivo esperam aumento nos índices de inflação e juros. Aumento do PIB se mantem em 4,5%.
O Copom (Comitê de Política Monetária) elevou a taxa básica de juros do país para 9,5% ao ano em sua última reunião, no fim de abril. Para os bancos, a taxa deve subir mais nos próximos encontros do Comitê do Banco Central, chegando a 11,75% em dezembro.

Equipe Crônicas Clara

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